quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
domingo, 25 de dezembro de 2011
"seremos almas vagueantes no mundo de Hades"
FELIZ NATAL
domingo, 18 de dezembro de 2011
sábado, 17 de dezembro de 2011
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
oh if my voice could reach back through the past...
"darling i wish you were here"
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
all i want for christmas is you
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
sábado, 3 de dezembro de 2011
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
casos de surdez aguda e disparates
baba "o que e que tem a barbara?"
marta "quem e que tem barba??"
avatar "fui fazer de empregada"
rainha dos elfos"estou a mentalizar me da existência de mim própria"
marshmallows "estas a mentalizar te da desistência de ti própria??"
avatar "a dor esta a doer me"
marshmallows "uma proposta indecente??"
domingo, 20 de novembro de 2011
you're driving me mad
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
"branca de neve e os sete baixinhos"
Há bué de tempo, num bruto dum castelo, viviam um cota muita xunga e a giraça da enteada, a Branca de Neve.
A cota tinha a mania que era jeitosa, e passava a vida inteira a ver-se ao espelho, e dizia:
- Espelho mágico, espelho meu, há alguém mais grossa do que eu?
O espelho dizia sempre que não, mas houve um dia que ele se cortou e gabou a boa da enteada.
A Branca levava uma vida de cão, parecia que vivia num xelindró, quase sem tempo para enviar umas mensagens por télélé. Perante tal desatino só lhe apetecia dar de frosques, porque a madrasta mandava-lhe bué de cortes.
Mas de alguns dias para cá, a garina andava toda contente, pois andava um gandq borracho a mirá-la.
Com aquela cena a madrasta ficou "feita num oito" e mandou um ranso dum caçador levar a Branca pró mato e trazer o seu coração numa caixinha.
O gajo ainda teve prestes a esfaqueá-la mas deu-lhe uma de ser bonzinho e deixou-a fugir, cançando de seguida um lebre, para retirar o coração e fazê-lo passar pelo da Branca.
A gajika fartou-se de correr pelo mato fora até dar de caras com uma casinha bué peché onde viviam sete baixinhos bué de bacanos:
o Atrofiado, que curtia bués andar a atrofiar o pessoal;
o Tagarela, que passava o tempo todo a dar à matraca e a rir;
o Fofinho, que enchia o pessoal de mimos;
o Dorminhoco, que andava sempre a xonar;
o Boss que curtia à brava ser o mandão;
o Espirro que andava sempre aos "atchins";
e o Traquina que fazia tudo pela calada!
Os baixinhos ainda buliam na mina, por isso não estava ninguém na casinha.
Ora, a gajika resolveu entrar e encontrando tudo de pantanas, deu um jeitinho à casa, depois foi arrochar prás camas dos baixinhos.
Uma beka mais tarde, os bacanos voltam par casa e vêem a Branca a xonar. Ela acorda e bate um papo com eles sobre a vida dela. Os bacanos morderam o esquema e deixaram-na ficar.
Já no castelo, a cota descobriu que a Branca ainda estava viva, e deu-lhe logo um vaipe. Ora a cota estava toda danada com a cena e endronhou um alto plano. Fez uma mixórdia verde que bebeu de seguida, transformando-se numa ganda velha. Pegou numa maçã e envenenou-a.
Depois foi toda pirosa até à casa dos baixinhos.
Enquanto isso, na casa dos bacanos, a Branca encontrava-se sozinha. Até que a Bruxa da velha aparece e dá-lhe a maçã, a Branca mordeu o isco, e trancou-lhe uma trinca. O que fez com que lhe desse logo um treco. A bruxa toda lambida deu de frosques.
Os baixinhos chegam a casa e vêm a dama espalhada ao comprido. Pensando que a Branca tinha esticado o pernil, os baixinhos orientaram-lhe um caixão de cristal e puseram-na numa clareira no meio do mato. Certo dia, passa o borracho que a andou a mirar no princípio da história e armado em garanhão espetou-lhe um jiko na beiça.
A dama começou a ganhar calores e acordou do seu sono. A garina e o chavalo curtiram-se bués. Ora a bruxa levou o bucho. Mas a maior flexada foi que o casalinho foi buéréré de feliz.
Sbem








